A Bíblia reúne textos de dezenas de autores diferentes, escritos ao longo de mais de um milênio de história.
Neste artigo, você conhece quem são os principais autores bíblicos, suas profissões e como a tradição cristã explica a unidade da mensagem apesar da diversidade de vozes.
A Bíblia não foi escrita por uma única pessoa, nem em um único momento da história. Ao todo, cerca de 40 autores contribuíram para os textos que hoje conhecemos.
Esses autores viveram em épocas diferentes, em pelo menos três continentes, e tinham profissões muito distintas entre si.
Entre os autores bíblicos estão um pastor de ovelhas (Moisés), um rei (Davi), um cobrador de impostos (Mateus), um médico (Lucas) e um pescador (Pedro).
No Antigo Testamento, a tradição atribui a Moisés a autoria dos cinco primeiros livros (o Pentateuco). Davi é apontado como autor de boa parte dos Salmos, e Salomão, de Provérbios e Eclesiastes.
No Novo Testamento, Paulo é o autor mais prolífico, com treze cartas atribuídas a ele. Os quatro Evangelhos levam os nomes de Mateus, Marcos, Lucas e João.
Uma Bíblia de estudo traz introduções detalhadas sobre autoria, contexto histórico e propósito de cada livro — ideal para quem quer ir além da leitura superficial.
Para a tradição cristã, apesar da diversidade de autores humanos, existe uma unidade de propósito por trás de todos os textos.
Essa unidade é atribuída à inspiração divina: Deus teria guiado cada autor, respeitando seu estilo, vocabulário e contexto histórico, mas assegurando a mensagem central das Escrituras.
Cerca de 40 autores diferentes contribuíram para os textos que compõem a Bíblia, ao longo de aproximadamente 1.500 anos.
A tradição atribui a Moisés a autoria dos cinco primeiros livros, conhecidos como Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.
No Novo Testamento, o apóstolo Paulo é o autor mais prolífico, com treze cartas atribuídas a ele.
Pelos apóstolos Mateus e João, e pelos discípulos Marcos e Lucas, cada um narrando a vida de Jesus sob uma perspectiva própria.
Para a tradição cristã, isso se deve à inspiração divina: Deus teria guiado cada autor, respeitando seu estilo próprio, mas garantindo a coerência da mensagem central.