Nenhum outro livro sagrado do mundo levou tanto tempo, nem passou por tantas mãos diferentes, quanto a Bíblia.
Neste artigo, você entende o intervalo de tempo total de composição e o que aconteceu no longo período entre o Antigo e o Novo Testamento.
A Bíblia foi escrita ao longo de um período de aproximadamente 1.500 anos, do primeiro texto do Antigo Testamento até o último livro do Novo Testamento.
Nenhum outro livro sagrado do mundo foi produzido por um número tão grande de autores, ao longo de um período tão extenso da história.
Do Pentateuco de Moisés (cerca de 1400 a.C.) até o Apocalipse de João (cerca de 95 d.C.), são aproximadamente 1.495 anos de composição, considerando as datas tradicionais mais aceitas.
Entre o fim do Antigo Testamento (cerca de 400 a.C.) e o início do Novo Testamento (cerca de 45 d.C.), existe um intervalo de mais de 400 anos sem novos textos considerados canônicos.
Esse período é chamado por alguns estudiosos de "os 400 anos de silêncio", embora eventos históricos importantes, como a dominação grega e depois romana sobre Israel, tenham ocorrido nesse intervalo.
Esse longo período de composição reforça, para a tradição cristã, a unidade e coerência da mensagem bíblica: apesar de séculos de distância entre os autores, os temas centrais (a promessa de um Salvador, por exemplo) se mantêm conectados do início ao fim.
Cronologias e mapas históricos ajudam a visualizar melhor os mais de 1.500 anos de composição da Bíblia.
Aproximadamente 1.500 anos, desde os primeiros textos do Antigo Testamento até o Apocalipse, o último livro escrito.
Sim, entre o fim do Antigo Testamento (cerca de 400 a.C.) e o início do Novo Testamento (cerca de 45 d.C.), um intervalo de mais de 400 anos.
Porque, apesar de eventos históricos importantes terem ocorrido nesse intervalo, nenhum novo texto considerado canônico foi produzido nesse período.
Tradicionalmente, atribui-se a Moisés a escrita do Pentateuco (os cinco primeiros livros), por volta de 1400 a.C.
Para a tradição cristã, não — pelo contrário, reforça a ideia de inspiração divina, já que temas centrais se mantêm coerentes apesar da distância de séculos entre os autores.