Impulsivo, apaixonado e por vezes falho, Pedro é um dos discípulos mais humanos e próximos de Jesus em todo o Novo Testamento.
Neste artigo, você conhece sua trajetória completa, da negação de Jesus à liderança da Igreja primitiva.
Época: Cerca de 1 a 67 d.C.
Onde aparece: Evangelhos, Atos, 1 e 2 Pedro
Papel: Apóstolo, líder da Igreja primitiva
Versículo-chave: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mateus 16:16)
Pedro era pescador na Galileia quando Jesus o chamou, junto com seu irmão André, com a famosa frase: "Segui-me, e eu farei que sejais pescadores de homens".
Tornou-se um dos três discípulos mais próximos de Jesus, presente em momentos-chave como a Transfiguração e o Getsêmani.
Apesar de afirmar que jamais abandonaria Jesus, Pedro o negou três vezes na noite de Sua prisão, exatamente como Jesus havia previsto.
Após a ressurreição, Jesus restaurou Pedro pessoalmente à beira do mar da Galileia, perguntando três vezes se ele o amava — uma resposta simbólica às três negações.
Depois de Pentecostes, Pedro se tornou uma das principais lideranças da Igreja primitiva, pregando com ousadia e sendo autor de duas cartas do Novo Testamento.
Segundo a tradição, foi crucificado em Roma, de cabeça para baixo, por considerar-se indigno de morrer da mesma forma que Jesus.
As pregações de Pedro em Atos são referência para quem estuda homilética e liderança na igreja até hoje.
Foi um pescador chamado por Jesus para ser discípulo, tornando-se um dos líderes mais importantes da Igreja cristã primitiva.
Sim, negou-o três vezes na noite de sua prisão, com medo de ser identificado como seu seguidor, exatamente como Jesus havia previsto.
Jesus o restaurou pessoalmente após a ressurreição, perguntando três vezes se ele o amava, em um momento simbólico à beira do mar da Galileia.
1 e 2 Pedro, cartas voltadas ao encorajamento de cristãos que enfrentavam perseguição.
Segundo a tradição cristã, foi crucificado em Roma, de cabeça para baixo, por não se considerar digno de morrer da mesma forma que Jesus.