Poucas transformações na Bíblia são tão radicais quanto a de Paulo: de perseguidor dos cristãos a autor de boa parte do Novo Testamento.
Neste artigo, você conhece sua trajetória completa, da conversão no caminho para Damasco até seu legado como missionário e escritor.
Época: Cerca de 5 a 67 d.C.
Onde aparece: Atos, Romanos, Coríntios, Gálatas e outras cartas
Papel: Apóstolo e missionário do cristianismo primitivo
Versículo-chave: "Não me envergonho do evangelho de Cristo" (Romanos 1:16)
Paulo, originalmente chamado Saulo, era um fariseu que perseguia ativamente os primeiros cristãos, chegando a participar da execução de Estêvão, o primeiro mártir da Igreja.
Sua vida mudou radicalmente no caminho para Damasco, quando teve um encontro sobrenatural com Jesus ressuscitado, que o deixou temporariamente cego e transformou completamente sua trajetória.
Depois de sua conversão, Paulo se tornou o principal missionário do cristianismo primitivo, realizando diversas viagens missionárias pelo Império Romano, fundando igrejas em várias cidades.
É autor de treze cartas do Novo Testamento, mais do que qualquer outro autor bíblico, abordando desde doutrina até questões práticas da vida cristã.
Paulo foi preso diversas vezes por sua pregação, escrevendo várias de suas cartas (chamadas "cartas da prisão") enquanto estava encarcerado.
Segundo a tradição cristã, foi executado em Roma, durante a perseguição do imperador Nero, permanecendo fiel à sua missão até o fim.
As cartas de Paulo ganham muito mais sentido quando você conhece o contexto histórico de cada igreja para quem ele escreveu.
Foi um perseguidor dos primeiros cristãos que, após um encontro sobrenatural com Jesus, se tornou o principal missionário e autor de treze cartas do Novo Testamento.
Paulo teve um encontro sobrenatural com Jesus ressuscitado, que o deixou temporariamente cego e transformou radicalmente sua vida e propósito.
Treze cartas são atribuídas a ele, incluindo Romanos, Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses e outras.
Porque grande parte de seu trabalho missionário foi direcionado a não-judeus (gentios), levando o Evangelho para além das comunidades judaicas.
Segundo a tradição cristã, foi executado em Roma durante a perseguição do imperador Nero aos cristãos.