Nascido de uma promessa que parecia impossível, Isaque é a ponte entre duas grandes gerações de patriarcas bíblicos.
Neste artigo, você conhece sua história, do quase sacrifício ao papel central na aliança entre Deus e a família de Abraão.
Época: Cerca de 1900 a.C.
Onde aparece: Gênesis 21 a 35
Papel: Patriarca, filho de Abraão e Sara
Versículo-chave: "E chamou-lhe Isaque" (Gênesis 21:3)
Isaque nasceu quando seus pais, Abraão e Sara, já eram idosos, cumprindo uma promessa de Deus que parecia humanamente impossível.
Seu próprio nome significa "riso", em referência à reação de Sara ao ouvir que teria um filho em idade tão avançada.
Ainda jovem, Isaque foi levado por Abraão ao Monte Moriá para ser oferecido em sacrifício, como teste de fé ordenado por Deus — sendo poupado no último momento, quando um anjo interveio.
Esse episódio é um dos mais simbólicos da Bíblia, associado por cristãos ao sacrifício futuro de Jesus.
Comparado a Abraão e a seu filho Jacó, Isaque teve uma vida relativamente mais tranquila, casando-se com Rebeca e tendo os filhos gêmeos Esaú e Jacó.
É lembrado principalmente por sua submissão ao teste de fé e por dar continuidade à aliança que Deus havia feito com Abraão.
Isaque é a ponte entre Abraão e Jacó na linhagem dos patriarcas — vale conhecer essa história completa.
Foi o filho da promessa de Abraão e Sara, nascido quando ambos já eram idosos, e pai dos gêmeos Esaú e Jacó.
Deus testou a fé de Abraão pedindo que sacrificasse Isaque, mas interveio no último momento, poupando o jovem e providenciando um carneiro em seu lugar.
Significa "riso", uma referência à reação de incredulidade de Sara ao ouvir que teria um filho em idade avançada.
Rebeca, com quem teve os filhos gêmeos Esaú e Jacó, cuja rivalidade se tornaria central na história bíblica seguinte.
Não, é geralmente descrito como tendo uma vida mais tranquila, dedicada principalmente a dar continuidade à aliança de Deus com sua família.