Abraão é considerado o patriarca da fé nas três grandes religiões monoteístas, por sua disposição radical em confiar e obedecer a Deus.
Neste artigo, você conhece sua trajetória, desde o chamado para deixar sua terra até o teste supremo com seu filho Isaque.
Época: Cerca de 2000 a.C.
Onde aparece: Gênesis 11 a 25
Papel: Patriarca, pai de Isaque e Ismael
Versículo-chave: "E creu Abrão no Senhor, e ele lhe imputou isso como justiça" (Gênesis 15:6)
Abraão vivia em Ur dos Caldeus quando Deus o chamou para deixar sua terra, sua família e sua casa, prometendo fazer dele uma grande nação.
Ele obedeceu, mesmo sem saber exatamente para onde ia, tornando-se um dos maiores exemplos bíblicos de fé e obediência.
Deus prometeu a Abraão um filho, mesmo ele e sua esposa Sara já sendo idosos e sem filhos. Isaque nasceu quando Abraão tinha 100 anos, cumprindo a promessa divina.
Antes disso, por impaciência, Abraão teve um filho com a serva Agar, chamado Ismael — uma decisão que gerou conflitos que ecoam até hoje.
Deus pediu a Abraão que sacrificasse Isaque, seu filho tão esperado, como teste de fé. No último momento, um anjo interveio, e um carneiro foi providenciado como substituto.
Esse episódio é considerado o ápice da fé de Abraão, e é referenciado tanto no Novo Testamento quanto em outras religiões abraâmicas.
Entender a geografia e a cultura da época torna a história de Abraão ainda mais rica e compreensível.
Foi o patriarca chamado por Deus para deixar sua terra natal e se tornar pai de uma grande nação, considerado o pai da fé no cristianismo, judaísmo e islamismo.
Por sua disposição em obedecer a Deus mesmo sem entender completamente o plano, incluindo deixar sua terra natal e estar disposto a sacrificar seu filho Isaque.
Principalmente dois: Ismael, com a serva Agar, e Isaque, com sua esposa Sara, o filho da promessa.
Deus testou a fé de Abraão pedindo o sacrifício de seu filho, mas interveio no último momento, providenciando um carneiro como substituto.
Sim, ele é considerado patriarca também no judaísmo e no islamismo, sendo por isso as três religiões chamadas de "abraâmicas".