O perdão é um dos temas mais centrais nos ensinamentos de Jesus, aparecendo repetidamente tanto em Seus discursos quanto em Suas parábolas.
Neste artigo, você confere o que a Bíblia realmente ensina sobre perdoar, e por que esse tema está diretamente ligado a sermos perdoados por Deus.
Mateus 18:22: "não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete"
Efésios 4:32: "perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo"
Quando Pedro perguntou a Jesus quantas vezes deveria perdoar alguém, sugerindo até sete vezes, Jesus respondeu: "não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete" (Mateus 18:22) — uma forma de dizer que o perdão não deve ter limite contável.
Essa resposta segue a parábola do servo que, perdoado de uma dívida impagável, se recusa a perdoar uma dívida pequena de outro homem, ilustrando a incoerência de receber perdão e não o repassar.
No Pai-Nosso, Jesus ensina a orar: "perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores" (Mateus 6:12), e logo depois reforça: "se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará" (Mateus 6:14-15).
Essa ligação direta entre perdoar e ser perdoado é um dos temas mais repetidos nos ensinamentos de Jesus sobre o assunto.
Paulo reforça esse princípio em Efésios 4:32 e Colossenses 3:13, orientando os cristãos a se perdoarem mutuamente "como também Deus vos perdoou em Cristo".
Perdoar nem sempre é fácil na prática — uma Bíblia devocional traz reflexões que ajudam a aplicar esse princípio no cotidiano.
Em Mateus 18:22, Jesus responde a Pedro que o perdão deve ser "até setenta vezes sete", uma forma de dizer que não deve ter limite contável.
É uma história contada por Jesus sobre um homem perdoado de uma dívida impagável que se recusa a perdoar uma dívida pequena de outro, ilustrando a incoerência de receber perdão sem repassá-lo.
Que devemos pedir perdão a Deus "assim como perdoamos aos nossos devedores", ligando diretamente nosso perdão aos outros ao perdão que recebemos de Deus.
A Bíblia não define perdão como esquecimento, mas como a decisão de não guardar rancor ou buscar vingança, liberando a pessoa (e a si mesmo) do peso da ofensa.
Em Efésios 4:32 e Colossenses 3:13, ele orienta os cristãos a se perdoarem mutuamente da mesma forma como Deus os perdoou em Cristo.