O adultério é tratado na Bíblia com seriedade desde os Dez Mandamentos, mas também com a possibilidade real de perdão e restauração.
Neste artigo, você confere os principais textos bíblicos sobre o tema, incluindo como Jesus ampliou o conceito além do ato físico.
Êxodo 20:14: "não adulterarás"
Mateus 5:28: "qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério"
Êxodo 20:14 estabelece de forma direta: "não adulterarás", um dos Dez Mandamentos dados a Moisés no Monte Sinai, colocando a fidelidade conjugal como princípio central da Lei.
Provérbios 6:32 reforça a gravidade do tema: "mas o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; destrói a sua alma, ele o faz".
Em Mateus 5:27-28, Jesus expande o mandamento para além do ato físico: "qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela", associando a fidelidade também à disposição interior, não apenas à ação.
Em João 8:1-11, Jesus perdoa uma mulher pega em flagrante adultério, dizendo "nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais" — mostrando que, apesar da seriedade do pecado, a graça e a restauração seguem disponíveis para quem se arrepende.
Hebreus 13:4 resume o princípio geral: "honroso seja em todos o matrimônio, e o leito sem mácula; porém aos fornicadores e adúlteros Deus os julgará".
Cultivar fidelidade emocional e prática no casamento passa por investir na relação diariamente — uma Bíblia devocional ajuda nesse processo.
Em Êxodo 20:14, um dos Dez Mandamentos: "não adulterarás".
Sim, em Mateus 5:27-28, Ele ensina que olhar com cobiça já constitui adultério no coração, não apenas o ato em si.
Sim, o episódio de João 8, com a mulher pega em adultério, mostra Jesus oferecendo perdão e um novo começo a quem se arrepende.
Provérbios 6:32 afirma que quem comete adultério "é falto de entendimento" e "destrói a sua alma", destacando a gravidade das consequências pessoais.
Não, apesar de sua seriedade, a Bíblia trata o adultério como qualquer outro pecado que pode ser perdoado mediante arrependimento genuíno.