O inferno é um tema abordado diretamente por Jesus em várias passagens dos Evangelhos, além de descrito em detalhes no livro de Apocalipse.
Neste artigo, você confere os principais textos bíblicos sobre o tema, incluindo a parábola do rico e Lázaro.
Mateus 25:46: "irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna"
Apocalipse 20:15: "aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo"
Jesus fala sobre o inferno mais do que qualquer outra figura bíblica, usando frequentemente o termo "Geena" (um vale próximo a Jerusalém historicamente associado a rituais pagãos e depois a queima de lixo), como metáfora de julgamento e destruição final.
Em Mateus 25:41 e 46, Jesus descreve um "fogo eterno" preparado "para o diabo e seus anjos", e fala em "castigo eterno" para os que rejeitam a Deus, em contraste com "a vida eterna" dos justos.
Em Lucas 16:19-31, Jesus conta a história de um homem rico que, após a morte, se encontra em tormento, enquanto o mendigo Lázaro está "no seio de Abraão", em conforto — uma das descrições mais detalhadas de Jesus sobre a consciência após a morte.
Apocalipse 20:14-15 descreve o "lago de fogo" como o destino final "daquele que não foi achado escrito no livro da vida", associando esse lugar ao juízo definitivo ao final dos tempos.
Mateus 10:28 traz uma advertência de Jesus que reforça a seriedade do tema: "temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno, tanto a alma como o corpo".
Temas como esse exigem contexto cuidadoso sobre linguagem apocalíptica e parábolas — uma Bíblia de estudos profundos ajuda nessa análise.
Jesus é quem mais aborda o tema diretamente nos Evangelhos, usando frequentemente o termo "Geena" como metáfora de julgamento e destruição final.
Uma história contada por Jesus em Lucas 16:19-31, descrevendo um homem rico em tormento após a morte, enquanto o mendigo Lázaro está em conforto "no seio de Abraão".
Descreve um "lago de fogo" como destino de quem não está escrito "no livro da vida", associado ao juízo final ao término dos tempos.
Era um vale próximo a Jerusalém historicamente associado a rituais pagãos e depois usado como local de queima de lixo, empregado por Jesus como metáfora de julgamento.
Diferentes tradições cristãs interpretam de forma distinta certos textos sobre esse aspecto específico, sendo um tema de debate teológico entre "tormento eterno consciente" e "aniquilação", embora a maioria histórica defenda a primeira posição.