A Bíblia é dividida em duas grandes partes, escritas em épocas e contextos diferentes, mas que contam uma única história de fé.
Neste artigo, você entende as diferenças entre Antigo e Novo Testamento e como as duas partes se conectam.
A Bíblia é dividida em duas grandes partes: o Antigo Testamento, escrito antes de Cristo, e o Novo Testamento, escrito depois da vida de Jesus.
Apesar da divisão, a tradição cristã entende as duas partes como complementares, contando uma única história de salvação.
Antigo Testamento: 39 livros (versão protestante), escritos majoritariamente em hebraico. Novo Testamento: 27 livros, escritos em grego koiné, entre 45 e 100 d.C.
Narra desde a criação do mundo até cerca de 400 anos antes de Cristo, cobrindo a história do povo de Israel, a Lei de Moisés, os livros poéticos (como Salmos e Provérbios) e os profetas.
É a base compartilhada entre judaísmo e cristianismo, embora cada tradição o interprete de forma diferente.
Conta a vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo nos quatro Evangelhos, o surgimento da Igreja em Atos, cartas apostólicas com ensinamentos práticos e doutrinários, e o livro profético de Apocalipse.
Para o cristianismo, o Novo Testamento traz o cumprimento das promessas e profecias anunciadas ao longo do Antigo Testamento.
A palavra "testamento" aqui é usada no sentido de "aliança" ou "pacto" entre Deus e a humanidade — a Antiga Aliança (baseada na Lei) e a Nova Aliança (baseada na graça, por meio de Jesus).
Notas de referências cruzadas mostram como profecias do Antigo Testamento se conectam diretamente com eventos do Novo.
O Antigo Testamento foi escrito antes de Cristo e narra a criação, a história de Israel e os profetas. O Novo Testamento conta a vida de Jesus e o início da Igreja.
39 livros na versão protestante, e 46 na versão católica, que inclui os livros deuterocanônicos.
27 livros, os mesmos tanto na tradição católica quanto na protestante.
Significa "aliança" ou "pacto" — a Antiga Aliança, baseada na Lei, e a Nova Aliança, baseada na graça por meio de Jesus Cristo.
Sim, é considerado parte da revelação divina e base histórica e profética para o Novo Testamento, embora algumas leis cerimoniais sejam entendidas como cumpridas em Cristo.